fbpx
PUBLICIDADE


Fabio Ostermann desmente declaração de Alexandre Frota sobre MBL

Em participação no programa “Pânico na Rádio”, o ator Alexandre Frota alegou que Fabio Ostermann e um “grupo de empresários” que teriam criado o MBL originalmente estavam, junto com ele, retomando a marca

- Publicado no dia
Foto: Reprodução Linkedin/YouTube

O ator Alexandre Frota deu a entender nesta sexta-feira (18) em entrevista ao programa “Pânico na Rádio”, da Jovem Pan, que Fabio Ostermann e “um grupo de empresários” estaria, junto com ele, reivindicando o direito da marca “MBL”. Em declaração ao Boletim da Liberdade, Ostermann desmentiu a colocação de Frota e disse não ter interesse na entidade.

“Sou o fundador do MBL, mas não tenho nada a ver com essa questão do Frota”, escreveu. Ao ficar ciente do vídeo pelo Boletim, ele também deixou o mesmo comentário no YouTube.

Ostermann, hoje uma das principais lideranças do processo de renovação do PSL e presidente do diretório gaúcho do partido, afirmou ainda que deixou o MBL “por entender que o movimento não mais representava os valores e as práticas” que motivaram ele e outros ativistas liberais a concebê-lo.


PUBLICIDADE



Boletim da Liberdade também perguntou à Ostermann se ele teria realmente convidado Alexandre Frota a participar do MBL, como o ator afirmou na rádio. Ele negou. “[Frota] caiu de paraquedas esse ano”, falou.

Declaração de Frota

Na entrevista que concedeu ao “Pânico na Rádio”, Alexandre Frota comentou sobre a polêmica disputa da marca do MBL. Dizendo que o MBL agora “era dele”, Frota afirmou que o MBL foi fundado em 2008 (data que o Boletim da Liberdade não confirma).

“O MBL deles [de Kim Kataguiri e Fernando Holiday] começou em 2013. O MBL foi fundado em 2008 por Fabio Ostermann e mais um grupo de empresários, que me convidaram há pouco tempo para fazer parte desta ‘associação’ chamada Movimento Brasil Livre. E nós tínhamos o conhecimento de que o MBL não tinha nem CNPJ, e muito menos o nome registrado. […] Então fizemos uma associação chamada Movimento Brasil Livre, o MBL. Totalmente regularizada, totalmente documentada. Com tudo o que nós temos direito.”, declarou.


PUBLICIDADE



Frota negou que estivesse tentando roubar a marca do MBL, alegando que, na verdade, ela estava tentando ser resgatada pelos criadores originais (o que Ostermann negou). “Na verdade, o MBL vai retornar para quem é de direito. Para aqueles que fundaram e que lá atrás tiveram uma confusão, uma divergência, e acabaram perdendo o MBL que eles haviam fundado”, disse.

Kim dá a sua versão

Na última terça-feira (14), Kim Kataguiri também esteve no “Pânico na Rádio” e comentou sobre o episódio. “Frota não é do MBL. O que o Frota fez foi criar um CNPJ chamado ‘Associação Movimento Brasil Livre’. E agora está dizendo que o MBL é dele. É como se eu fosse lá e criasse uma ‘Associação Coca-Cola’. E depois dissesse que a Coca-Cola é minha”.

★ ★ ★

Se você acompanha e aprecia o trabalho jornalístico do Boletim da Liberdade, e valoriza a importância de existir um veículo profissional com viés liberal, pedimos que:

➡ Considere fazer uma assinatura solidária ao Boletim. Com uma contribuição mensal, você ajuda que o site continue no ar e possibilita o nosso crescimento. Além disso, recebe benefícios exclusivos. Temos vários projetos na mesa que só serão viabilizados com maior quantidade de assinantes. Saiba mais e assine agora mesmo.

➡ Siga nossas redes sociais (Facebook, Twitter e Instagram), inscreva-se em nossa newsletter gratuita semanal e entre em nosso grupo do WhatsApp para recebimento de conteúdos. Curta nossas publicações, compartilhe-as para seus amigos e fale do site para conhecidos e familiares liberais. Toda ajuda faz diferença.

Curta nossa página no Facebook

Notícias no WhatsApp
O sexto grupo do Boletim da Liberdade no WhatsApp está com vagas abertas. É por tempo limitado. Entre apenas caso tenha interesse em notícias sobre política e economia com um viés liberal. Clique aqui para entrar.
Siga-nos no Twitter

Comentários


Receba nosso conteúdo por e-mail



error: Não é permitida a reprodução do conteúdo sem prévia autorização.