SOBRE     ASSINE     NEWSLETTER     FACEBOOK     TWITTER     YOUTUBE



Em 2018, MBL poderá apoiar até quem não seja em stricto sensu um liberal, diz Kim em lançamento no Rio

Coordenador nacional do Movimento Brasil Livre e uma das principais lideranças do ecossistema pró-liberdade do Brasil, Kim Kataguiri conversou com a equipe do Boletim da Liberdade no lançamento de seu livro no Rio

- Publicado no dia
Foto: Reprodução/YouTube

O jovem estudante Kim Kataguiri, coordenador nacional do Movimento Brasil Livre e uma das principais lideranças do ecossistema pró-liberdade, lançou no último dia 20 no Rio de Janeiro seu Quem é esse moleque para estar na Folha?, seu livro de estreia no mercado editorial. Na ocasião, Kim conversou com exclusividade com a equipe do Boletim da Liberdade.

A obra, explica Kim, é uma coletânea dos melhores artigos publicados em sua coluna no site do jornal Folha de S. Paulo, onde escreveu entre 2016 e 2017. “Achei interessante publicar como livro porque pegou um período bastante conturbado da nossa política. Desde as manifestações do impeachment, até as manifestações do passe livre, onde houve a discussão se os black blocks eram infiltrados ou faziam parte das manifestações. Até as eleições de 2016, onde a gente teve a eleição do João Doria e do Fernando Holiday, as primeiras eleições em que o MBL participou. E também o debate das reformas”, explicou.


PUBLICIDADE



Na entrevista, Kim confirmou também que publicará, em breve, um livro sobre a história do movimento do qual é um dos coordenadores, como adiantado em entrevista ao Boletim no mês de janeiro. “[O livro] era para ter saído no natal de 2015. Felizmente não saiu, pois muita coisa aconteceu e a gente conseguiu escrever vários outros capítulos. Esse livro que era para ter saído até antes e sairá com os bastidores do MBL e do impeachment”.

Ainda na entrevista, Kataguiri comentou sobre projetos do MBL para 2018. “A ideia é ter um Congresso forte. Porque independentemente de quem vença a presidência da república, e o MBL vai ser pragmático em apoiar aquele que mais apoiar as ideias liberais, ainda que não seja stricto senso um liberal, pois a gente sabe que a política é a arte do possível”, comentou. Assista abaixo a entrevista na íntegra:

Comentários

Receba nosso conteúdo por e-mail



Leia também