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Bolsa atinge máxima após ministro deixar no ar se privatizaria a Petrobrás

Resposta dúbia do titular do Ministério de Minas e Energia foi suficiente para agitar o mercado e levar a bolsa de valores à máxima histórica; ministro, porém, tentou voltar atrás em sua resposta após a repercussão
Foto: Reprodução/ABRAPCH
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Uma declaração dúbia do ministro Fernando Coelho Filho, de Minas e Energia, sobre a privatização da Petrobrás foi suficiente para agitar o mercado financeiro nessa terça-feira (3). O Índice Bovespa atingiu máxima histórica de 76,7 mil pontos, fechando em alta de 3,23%, puxada por uma valorização das ações da Petrobrás em mais de 3,5%.

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O otimismo do mercado se justificou em virtude de uma resposta do ministro dada no programa “Roda Viva”, da TV Cultura, do qual participou. Na ocasião, o ex-deputado federal do PSB foi provocado por Elena Landau para manifestar-se sobre a privatização da Petrobrás.

Na pergunta, Landau – que é filiada ao PSDB e teve importante papel no programa de desestatização do governo FHC – questionou o por que de o governo federal não aproveitar o momento para “avançar mais no programa de privatização”, incluindo também nessa agenda a venda da estatal de petróleo.

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O ministro respondeu que “concordava com tudo” o que Landau teria afirmado, emendando porém que o desafio da privatização da Eletrobrás já era suficientemente grande. Ele observou ainda que, apesar da dívida da petroleira ser mais volumosa, a relação da dívida líquida/caixa da Eletrobrás seria pior – por isso, priorizar a privatização dessa estatal faria mais sentido.

Diante da repercussão da entrevista, o ministro voltou atrás em sua declaração e ponderou que a privatização da Petrobrás está “fora de cogitação”. “Eu não falei sobre Petrobras. Um dos convidados [Elena Landau] achava que esse debate deveria também ser feito. Eu disse que estava fora de cogitação e que estamos focados na privatização da Eletrobrás”, justificou.

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Para “acalmar” o mercado, Coelho também observou que esse governo não iniciará qualquer estudo para desestatização da petroleira. “Poderia até no futuro [ser cogitada a privatização da Petrobras], um debate que poderia ser iniciado”, comentou.

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