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‘Um milhão de reais saído do nosso bolso para tirar sarro da nossa cara’, diz coordenador do MBL no Rio sobre Tuiuti

Renato Borges desabafou no Facebook sobre a escola de samba Paraíso de Tuiuti, que dedicou uma ala para chamar os manifestantes pró-impeachment de Dilma de manipulados e fantoches

- Publicado no dia
Renato Borges e Kim Kataguiri no lançamento do livro de Kataguiri no Rio de Janeiro, em 2017. (Foto: Reprodução/Facebook)

O coordenador do Movimento Brasil Livre do Rio de Janeiro, Renato Borges, desabafou nesta segunda-feira (12) sobre a polêmica apresentação da escola de samba carioca Paraíso do Tuiuti no Sambódromo da Marquês de Sapucaí. No desfile, a escola dedicou uma ala para insultar os manifestantes que foram às ruas em defesa do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Em texto publicado em sua página no Facebook, Borges deixou claro que sua reclamação não se deve ao fato de a escola ter representado Michel Temer como um vampiro. “Trata-se de um indubitável mau-caráter; do contrário, não teria ficado tantos anos na aliança do PT”, disse. O ativista direcionou sua crítica ao modo pelo qual a Paraíso do Tuiuti retratou a reforma trabalhista e os manifestantes favoráveis ao impeachment. Na época, o MBL foi o principal movimento em defesa do afastamento da presidente.


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“Existe coisa mais desonesta do que fazer essa referência à escravidão ou ficar dizendo por aí que a reforma trabalhista tirou algum direito do trabalhador? Eu gostaria que alguém me dissesse em qual linha do texto da reforma se encontra a revogação da Lei Áurea ou a retirada de algum direito trabalhista”, comentou.

Em seguida, Borges também frisou o fato de a escola utilizar recursos públicos para atacar a maioria dos brasileiros que defenderam o impeachment. “Foi utilizado 1 milhão de reais do sofrido dinheiro do pagador de impostos carioca para fazer o desfile da Paraíso do Tuiuti acontecer. 1 milhão de reais saído do nosso bolso para tirar sarro da nossa cara por termos ido às ruas pelo impeachment”. [1]

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