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Stephen Kanitz critica João Amoêdo e o uso do termo ‘privatização’

Ele acredita que a providência ideal é determinar que o estado pare de proibir os acionistas majoritários das empresas de votar e atacou também o governo FHC

- Publicado no dia
Stephen Kanitz (Foto: Reprodução / Youtube)

O consultor de empresas e conferencista Stephen Kanitz criticou a utilização do termo “privatização”. Ao mesmo tempo, afirmou, no último dia 18, que nem mesmo a “direita” realmente “entende de administração”.

Segundo Kanitz, a ideia de privatização sugere “tirar do estado para entregar para uma pessoa privada”, o que teria sido feito por “FHC, Pedro Malan e Gustavo Franco, que fatiaram a Telebrás e a ‘entregaram’ a Daniel Dantas, Andrade Gutierrez, Carlos Jereissati”. Para ele, isso seria apenas trocar “de dono, não de filosofia”.


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O ideal seria falar em “Democratização do Capital” ou “Desestatização”, termo usado pelo ex-presidente Fernando Collor, “único que pelo jeito sabia o que estava fazendo”. É então que ele tece críticas ao pré-candidato à presidência pelo Partido Novo, João Amoedo, e à legenda como um todo. “Hoje num artigo na Folha, João Amoedo reitera que seu plano é privatizar todas as estatais, quando bastaria devolver o direito de voto à maioria dos acionistas, como reza a constituição”. Isso porque, a seu ver, o estado normalmente “é minoritário, e só decide sozinho porque proíbe os acionistas de votarem”.

Na visão de Kanitz, o termo “privatizar” é usado pelos tucanos para “convencer os seus companheiros de esquerda” de que eles podem “controlar ferrenhamente a educação, a imprensa, a saúde, a cultura” e “deixar as coisas chatas para o setor privado”.

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