Instituto Millenium divulga novo filme institucional com retrospectiva do ano

Produção foi divulgada ainda no mês de outubro e relata os principais desafios enfrentados pela OSCIP ao longo do ano, que também revela a rotina de trabalho da organização

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Foto: Reprodução/YouTube

O Instituto Millenium divulgou no último dia 18 um vídeo institucional de retrospectiva do ano de 2017. Seguindo o mesmo estilo audiovisual dos últimos filmes lançados em seu canal no YouTube, onde frisa palavras-chave como “transparência”, “meritocracia”, “responsabilidade pessoal” e “crescimento”, a produção trata dos principais desafios enfrentados pela organização ao longo do ano.

“Quantas vezes não tivemos que realocar tempo e investimento para afastar o nome do Instituto Millenium de pessoas ou organizações ameaçando o nosso posicionamento?”, pergunta a diretora-executiva da instituição, Priscila Pinto, que narra o filme. A produção também destaca a equipe do IMIL, “composta por jovens especializados […] que chegam com gás todos os dias para produzir os melhores posts”.


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Salientando que a organização superou a alta rotatividade de colaboradores, pois contava com muitos estagiários e voluntários, a narração afirma que o instituto agora tem “metas claras, trabalho remunerado dentro do padrão do mercado e reconhecimento do trabalho de cada um nas reuniões”. “O dia a dia do Instituto Millenium não é glamouroso. Chegamos cedo e recebemos conteúdo de todo o tipo para editar e soltar para o nosso público”, informa o vídeo.

Outro ponto trazido pelo filme é uma consultoria que teria sido feita pelo IMIL junto a uma agência de marketing. De acordo com o vídeo, foi feita uma pesquisa sobre como lidar com haters. “Nossa agência de marketing fez uma pesquisa de mercado. Infelizmente, concluímos que não adianta conversar com eles. Tem gente que só quer fazer barulho. O nosso trabalho é sério e sem ruídos”, diz a narração, emendando em seguida que descobriram que o público do IMIL é o “jovem, caçador de informação liberal e técnica”.

“Quem tem dúvidas sobre a economia, democracia, direito e liberdade, precisa do Instituto Millenium”, diz a narração, anunciando um novo projeto, denominado de “botão do cidadão”: “Será uma ferramenta de trabalho para quem gosta de política econômica no Brasil. 2018 será um ano de mais polarização, mas ainda bem que no Instituto Millenium a equipe, o conselho, os especialistas e os doadores estão unidos”.

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O Instituto Millenium

O Instituto Millenium é um think tank liberal fundado no ano de 2005 pela economista Patrícia Carlos de Andrade com sede no Rio de Janeiro. É considerada uma das organizações com gestão mais profissional do ecossistema pró-liberdade, tendo contas auditadas e publicadas na internet, além de ser reconhecida pelo Ministério da Justiça como uma instituição de interesse público (OSCIP). Apenas em 2016, o IMIL divulgou ter tido R$ 1,3 milhão de receita, o equivalente a cerca de 110 mil mensais.

Em sua Câmara de Fundadores, estão nomes como Helio Beltrão, Rodrigo Constantino, Paulo Guedes e Gustavo Franco. O Instituto Millenium também ficou marcado pela presença de grandes nomes do empresariado nacional como mantenedores: entre eles, João Roberto Marinho, Jorge Gerdau Johannpeter, Walter Longo e João Accioly. Atualmente, dos nomes que participam do Conselho Gestor da organização, também está o do ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco.

Dos principais projetos já empreendidos pelo IMIL, estão o “IMIL na sala de aula”, a frequente publicação de artigos de sua extensa lista de especialistas e a publicação, em 2010, do livro A Revolta de Atlas, de Ayn Rand, na gestão do então diretor-executivo Paulo Uebel (atualmente, secretário de gestão do prefeito de São Paulo João Doria).

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