PSL/Livres denuncia: ataque ao Uber pode ser votado no Senado

Partido afirma que parlamentares estão planejando votar em regime de urgência um projeto que amplia regulações sobre aplicativos de transporte

- Publicado no dia
(Foto: Reprodução / PSL/Livres)

O PSL/Livres divulgou em suas redes sociais um alerta que preocupa todos que defendem a liberdade e acreditam nas soluções do mercado. Segundo o partido, os parlamentares estão ameaçando votar em regime de urgência nesta terça-feira um Projeto de Lei, o 28/2017, cujos efeitos prometeriam “acabar com os aplicativos de transporte no Brasil”.

De acordo com o texto publicado pela legenda, o projeto determina que todos os motoristas do Uber e outros aplicativos similares, como Cabify e 99, sejam “obrigados a conseguir licenças da prefeitura para circular”, nos mesmos moldes que hoje são impostos aos táxis. De acordo com os proponentes do projeto, ele estabelece uma “regulação do sistema”.


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O PSL/Livres rejeita justamente a necessidade desse incremento de regulação governamental para o serviço. “Será que os próprios aplicativos não já têm mecanismos suficientes de auto-regulação, baseados na oferta, demanda e avaliação do cliente sobre o serviço?”, o partido se pergunta. “Será que as prefeituras têm mais algo a agregar ou trata-se, simplesmente, de inviabilizar o serviço, atendendo a um lobby de detentores de placas de táxi?”, acrescenta ainda.

O texto não foge a comentar o argumento dos taxistas de que a concorrência é desleal, mas rejeita a solução sugerida. Afinal, o PSL/Livres pontua, “se o problema é a burocracia, por que não lutar para tirá-la dos táxis, ao invés de tentar incluí-la no Uber?”. Para todos aqueles que apoiarem esse posicionamento liberal, o PSL/Livres envia um convite para se inscreverem no evento da campanha “Juntos pela Mobilidade” no Facebook.



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