Thomaz Henrique Barbosa critica Globo por ter convidado Tábata Amaral em vez de Kim Kataguiri

Ele é coordenador do MBL do Vale do Paraíba e se soma às críticas à diferença de tratamento aos dois movimentos feitas por influenciadores

- Publicado no dia
Thomas Henrique Barbosa (Foto: Reprodução / Facebook)

O Boletim mostrou ontem que muitos influenciadores no ecossistema pró-liberdade, mais do que apenas desgostosos pela emergência do movimento chamado “Acredito”, apresentado pela Folha de S. Paulo como um “MBL progressista”, criticam a diferença de tratamento conferido a ele pela imprensa tradicional, se comparado ao MBL real. Outra crítica bastante contundente foi feita na mesma direção, e vale a pena trazê-la até o leitor.

Thomaz Henrique Barbosa, coordenador do Movimento Brasil Livre da Região Metropolitana do Vale do Paraíba, afirmou que a relevância de Tábata Amaral, fundadora do Acredito convidada recentemente para o programa de Pedro Bial na TV Globo, para a “política atual – e sua transformação” é “absolutamente nenhuma”. Para ele, a Globo já deveria ter convidado líderes do MBL, como Kim Kataguiri.

Thomaz afirma que ela jamais fez alguma coisa, “além de fundar esse movimento ultraesquerdista financiado por bilionários como Jorge Paulo Lemann, que também financia projetos a favor da sexualização infantil e debate de gênero”. Ao contrário dela, Kim “foi considerado, em 2015, um dos 30 jovens mais influentes do mundo” e não foi chamado pela emissora “mesmo durante o processo de impeachment, quando ele, aos 19 anos, espantava o mundo ao ser um dos líderes das manifestações”.

Ele termina sua crítica propondo um esforço especulativo: o que aconteceria se o MBL, um movimento de jovens “presente em centenas de cidades brasileiras”, sem o apoio de bilionários como Lemman, “fosse de esquerda”? Ele tem uma hipótese: “a mídia mainstream estaria babando o nosso saco em todos os programas, da Fátima Bernardes ao Serginho Groismann, enquanto Kim seria alçado pelo Jornal Nacional como exemplo e nova esperança da política brasileira. Fernando Holiday, vereador pelo DEM em São Paulo, teria sua história de dificuldades explorada, com direito a um programa especial sobre ele, “com fundo preto e trilha dramática, contando como é ser negro e gay no Brasil, além do vereador mais jovem da história de São Paulo”.

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