Presidente do IFL-SP quer dar aulas em escolas da rede privada durante greve

O conteúdo das aulas envolveria um esclarecimento acerca da Reforma da Previdência e noções básicas sobre temas como empreendedorismo e inovação

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Antonia, presidente do IFL (Foto: Reprodução / Facebook)
Antonia, presidente do IFL (Foto: Reprodução / Facebook)

Grupos de esquerda e centrais sindicais marcaram para a sexta-feira, 28/04, uma greve geral contra a Reforma da Previdência e o governo Temer. A área da educação será uma das mais afetadas, com a adesão dos professores, inclusive da rede privada de São Paulo. A presidente do Instituto de Formação de Líderes (IFL) de São Paulo, Antonia Tallarida Serra Martins, pretende dar uma resposta original a essa atitude.

Em seu perfil pessoal no Facebook, ela comentou que viu muitas pessoas defendendo a ideia “de que respeitar a greve é dar uma aula de democracia aos jovens”. Enfaticamente, Antonia nega que isso possa ser chamado de “aula”. “Aula é aula”, ela frisou, e por isso ela e alguns amigos estariam mobilizados “para dar aulas nessas escolas durante a sexta-feira da greve”. As pautas seriam esclarecer a proposta de reforma da Previdência e abordar “temas esquecidos pelos colégios, como empreendedorismo e inovação”.

Antonia concluiu afirmando que o conteúdo e os voluntários já estão definidos. A única necessidade seria negociar o espaço com as escolas, tarefa para a qual ela segue em busca de apoio.

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