Movimentos de rua organizam manifestação para o próximo dia 26

Grupos organizados que convocaram protestos pelo impeachment de Dilma Rousseff planejam voltar às ruas para pressionar por uma série de reinvindicações

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Imagem de divulgação do MBL (Foto: Divulgação / Movimento Brasil Livre)
Imagem de divulgação do MBL (Foto: Divulgação / Movimento Brasil Livre)

Os mesmos movimentos de rua que realizaram protestos contra o governo petista de Dilma Rousseff, demandando seu impeachment, voltaram a entrar em um acordo quanto a uma nova manifestação de abrangência nacional. Desta vez, eles são unânimes em não fazer coro pelo “Fora, Temer”, apresentando, em vez disso, uma lista de reivindicações. O evento está marcado para domingo, dia 26 de março, e ainda não foram divulgados os horários e locais em que ocorrerá em cada cidade.

O Movimento Brasil Livre, grupo que tem se notabilizado por defender ideias liberais, afirma, em seus materiais de divulgação, que o protesto tem por bandeiras o “fim do Estatuto do Desarmamento”, o “fim do foro privilegiado”, o “bom andamento da Lava Jato”, a “reforma trabalhista” e a “reforma previdenciária” – porém somadas ao “fim das mamatas dos políticos e do Judiciário” -, e também brada “contra o fim da PM”.

Outro dos maiores movimentos de rua que chancelam a manifestação, o Vem Pra Rua, sustenta, em evento marcado em seu Facebook, que está apoiando as bandeiras do “fim da impunidade”, com “apoio total à Lava Jato” e defesa do “fim do foro privilegiado”, e acrescentam a “renovação política”, sustentando a oposição ao “aumento do fundo partidário” e o “antidemocrático voto em lista fechada”.

Já o movimento Nas Ruas, que tem em Carla Zambelli sua figura mais conhecida, fala, também em evento de convocação no Facebook, em lembrar “à classe política que o povo acordou e não dormirá jamais”, gritando por um STF que não “se dobre às vontades deste ou de qualquer outro governo, agindo com lentidão para salvar os que têm foro privilegiado, utilizando-se dele para escapar da justiça”, pelo combate a qualquer “interferência política na Lava Jato” e à imposição estatal do “desarmamento”.

O texto ainda cita outros movimentos que estariam participando também, a saber: Avança Brasil Maçons.BR; Juntos pelo Brasil; Movimento Liberal Acorda Brasil; Confederação Democrática dos Estudantes do Brasil; Movimento Endireita Brasil; Movimento Limpa Brasil; Revoltados ON LINE; Movimento Brasil Limpo; Mais Brasil, Eu Acredito; UNEL; Comando Nacional do Transporte; Movimento Fora Corruptos e Mulheres da Inconfidência.

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