Primeiro bloco de direita do Rio de Janeiro reúne pequeno público na Tijuca

Os organizadores do “Libera que eu conservo” , que reuniu apenas cerca de 20 pessoas, prometem planejamento para colocar o desfile no calendário de liberais e conservadores

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Foi realizada neste domingo, em frente à Hob Hamburgueria, na rua Mariz e Barros, na Tijuca, a primeira edição do “Libera que eu conservo” – o primeiro bloco carnavalesco dedicado a uma temática de direita.

Organizado pelo Movimento Reaça, página administrada por Victor Bosch e Maria Fernanda, o projeto foi divulgado por este Boletim, pelo blogueiro Rodrigo Constantino, pelo publicitário e comentarista político Alexandre Borges, pelo ex-Partido NOVO Roberto Motta e pelo ex-IL e atual diretor do núcleo de pensamento liberal da Mackenzie, Bernardo Santoro, entre outras personalidades. O evento no Facebook chegou a ter 122 pessoas confirmadas e mais de 200 interessados, mas o bloco reuniu apenas cerca de 20 pessoas.

O compositor do samba oficial do bloco, João Filho, se manifestou ao microfone, em discurso bem-humorado para justificar a iniciativa. “O ser humano não é apenas racional, é também muito emocional. Temos que ganhar o coração das pessoas, e faremos isso na música, na novela, no teatro… Precisamos ocupar esses espaços”, ele ratificou. Os organizadores do “Libera que eu conservo” acreditam que a direita precisa olhar com mais carinho para esses espaços mais populares de divulgação de suas ideias, e prometem um planejamento efetivo para dar passos maiores. A ideia é que, em 2018, o bloco já deixe a categoria de “concentra mas não sai” e passe a desfilar, já com uma bateria.

Veja algumas fotos do evento:

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(Foto: Divulgação)

 

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(Foto: Divulgação)

 

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(Foto: Divulgação)

 

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

 

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